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Lancia Ypsilon Rally4 HF marca o retorno da Lancia aos ralis

Carro de rally branco com detalhes em azul e vermelho, estampas HF, exposto em salão de automóveis.

A ligação entre a Lancia e os ralis é imediata - e está prestes a ganhar um novo capítulo. Depois de revelar a versão de rua mais esportiva do Lancia Ypsilon HF 100% elétrico, Luca Napolitano, CEO da Lancia, também apresentou as primeiras imagens do novo Ypsilon Rally4 HF.

Retorno da Lancia aos ralis com o Ypsilon Rally4 HF

O novo modelo é o responsável por recolocar a marca nas competições e justamente em uma modalidade que ela conhece como poucas: os ralis.

Identidade “HF”, “Lancia Corse HF” e as cores da Martini Racing

No visual, o Ypsilon Rally4 HF aparece com uma pintura inspirada nas cores da Martini Racing, um conjunto que também remete facilmente a modelos históricos da Lancia, como o 037 ou o Delta.

Além dessas tonalidades, voltam a aparecer o logotipo “HF” e o “Lancia Corse HF”, assinatura usada para identificar os carros de competição, com letras douradas e o elefante vermelho. De modo geral, a aparência desses emblemas segue muito próxima dos originais, mas com linhas mais atuais, já pensadas para esta nova fase da Lancia.

O que significa a categoria “Rally4”

A classe “Rally4”, para a qual esta versão do Lancia Ypsilon HF foi desenvolvida, é tradicionalmente a porta de entrada de muitos pilotos. Na prática, trata-se de um caminho natural para a marca voltar aos ralis - categoria em que ela já acumulou inúmeras conquistas.

Entre esses resultados estão 15 Campeonatos do Mundo de Ralis, três Campeonatos do Mundo de Resistência, a vitória em uma das edições da lendária 1000 Miglia, duas na Targa Florio e até uma na Carrera Panamericana.

Lancia Ypsilon Rally4 HF também será elétrico? Não.

Para disputar na categoria R4, o Lancia Ypsilon HF não pode ser elétrico. Sob o capô, haverá um motor a combustão, a gasolina, de 1,2 litros, três cilindros, com sobrealimentação e potência máxima na casa de 212 cv.

A força é enviada às rodas dianteiras por meio de um câmbio de cinco marchas, com o auxílio de um diferencial autoblocante mecânico, que ajuda a melhorar o comportamento dinâmico.

No exterior, dá para notar uma entrada de ar no teto e duas grades de ventilação no capô. A expectativa é que a suspensão seja mais trabalhada do que a do modelo de rua, além da adoção de outras proteções, tanto por fora quanto por dentro.

Para ver a versão definitiva, ainda será preciso esperar mais um pouco, já que a data de lançamento não foi divulgada.

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