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USAF estende a vida útil do B-1B Lancer até 2037 e faz ponte para o B-21 Raider

Avião stealth B-1 B Lancer na pista com três técnicos confirmando equipamentos ao redor.

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) decidiu manter o bombardeiro estratégico B-1B Lancer em operação por mais tempo, estendendo sua vida útil até pelo menos 2037, com chance de permanecer ativo até o começo da década de 2040.

Papel do B-1B Lancer na frota atual da USAF

Hoje, a frota conta com cerca de 44 a 45 aeronaves em serviço ativo - menos do que em anos anteriores, mas ainda com peso relevante para missões convencionais de longo alcance. Apelidado de “Bone”, o B-1B segue como uma das plataformas de maior capacidade de carga da USAF.

Plano de modernização do B-1B Lancer (US$ 1,7 bilhão)

A extensão vem acompanhada de um pacote de modernização estimado em cerca de US$ 1,7 bilhão, voltado a preservar a utilidade operacional do B-1B enquanto o novo bombardeiro furtivo B-21 Raider não atinge plena capacidade.

O programa prevê reforços estruturais na fuselagem e nas asas, atualização de aviônicos, aprimoramentos em sistemas eletrônicos e nos motores, além da integração de novos sensores e de sistemas defensivos eletrônicos. Entre 2027 e 2031, estão programados investimentos de aproximadamente US$ 342 milhões destinados especificamente ao B-1B.

Transição para o B-21 Raider a partir de 2027

A medida funciona como uma ponte até que o B-21 Raider - cuja produção em larga escala ainda deve levar anos - esteja totalmente operacional a partir de 2027. Com isso, os EUA buscam evitar um hiato na capacidade de ataque estratégico.

No conjunto, a estratégia é conduzir uma transição gradual: manter e atualizar plataformas mais antigas enquanto a nova geração é incorporada ao serviço.

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