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Zurich Airport Brasil incorpora cinco viaturas elétricas RD6 da Riddara à frota operacional em maio de 2026

Homem abastecendo veículo elétrico no pátio de aeroporto com avião e cones ao fundo.

A Zurich Airport Brasil, concessionária que administra os aeroportos de Florianópolis, Vitória e Macaé, começará a incorporar cinco viaturas elétricas à sua frota operacional a partir de maio de 2026. O movimento tem como objetivo ajudar a diminuir as emissões de gases de efeito estufa e a dependência de combustíveis fósseis.

Viaturas elétricas RD6 da Riddara na operação dos aeroportos

Os novos veículos são do modelo RD6, da fabricante Riddara. Trata-se de viaturas 4×4 com autonomia de até 400 quilômetros, torque instantâneo e potência de 550 cv, além de recursos avançados de tecnologia embarcada.

As unidades serão destinadas a áreas restritas dos terminais, com foco em atividades como inspeções nas pistas e suporte às equipes técnicas.

Redução de CO₂ e plano para substituir a frota operacional

Com a adoção das cinco viaturas, a empresa estima uma redução de cerca de 15 mil quilos de CO₂ por ano considerando os três aeroportos. A concessionária também prevê, para os próximos anos, substituir integralmente a frota operacional por veículos elétricos ou híbridos.

Ricardo Gesse, CEO da Zurich Airport Brasil, reforça que a sustentabilidade é um pilar estratégico da companhia e que a chegada dos veículos elétricos faz parte de um conjunto mais amplo de ações voltadas à redução de emissões de CO₂ até 2040.

Medidas de sustentabilidade já implementadas pela Zurich Airport Brasil

Desde 2025, os aeroportos sob gestão da Zurich Airport Brasil atingiram a meta Zero Aterro, direcionando 100% dos resíduos para reciclagem, compostagem ou coprocessamento. Além disso, as operações utilizam energia 100% proveniente de fontes limpas e renováveis, com usinas solares próprias em três dos quatro aeroportos.

Entre as demais iniciativas citadas estão a captação de água da chuva para uso em sanitários, o tratamento integral dos efluentes, projetos de reuso de água e a elaboração anual do inventário de emissões de gases de efeito estufa, acompanhada por uma gestão contínua e integrada.

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